18/07/2011

Em defesa da Educação de Surdos no INES

Se concordarem, assinem e divulguem. Defendendo o INES, estamos defendendo todas escolas bilíngues para surdos!

A PETIÇÃO EM DEFESA DO INES

http://www.peticaopublica.​com.br/PeticaoVer.aspx?pi=​LutaINES

Agradeço aos que já assinaram e divulgaram!

15/07/2011

Bebês surdos devem aprender Libras nos primeiros meses de vida


Pais têm de interagir com brincadeiras e usar linguagem para socialização.
Atividades buscam desenvolver habilidades visuais da criança.

D.A exige na justiça a contratação de intérprete

Ministério Público deu dez dias para Uniban contratar intérprete. Aluna está desde fevereiro sem o auxílio do profissional.


mais informações: 




http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1308917-5604,00.html

Pós Graduação em Libras e Educação de Surdos


 INFORMATIVO
 
Segue abaixo as informações sobre o curso de Pós Graduação em Libras e Educação de Surdos, estamos com as inscrições abertas no Pólo de Santos.
 
As aulas acontecerão aos sábados de quinze em quinze dias, das 8:00 às 18: horas, na Congregação Santista de Surdos, na Rua Tocantins, 4 -Santos/SP.
(Congregação)
 
INFORMAÇOES 3019-8095 / 8134-5211 (CÁSSIA - Inscrições).
 
 
Libras e Educação de Surdos
 
Valor do Curso: 25 parcelas de R$ 220,00 para o pagamento na data de vencimento
Carga Horária: 555 horas
O curso é 100% presencial
 
Para a matrícula é necessário:
 
Táxa de matrícula: R$ 100,00
Cópia do RG, CPF e Comprovante de residência
Cópia autenticada em Cartório frente e verso do diploma de graduação
Início Previsto:  13 de Agosto/11
 
 
TODOS OS CURSOS SÃO REGULAMENTADOS PELA RESOLUÇÃO 01/2007 - CES/CNE DE 08/06/2007.

Concurso Prefeitura de Santos - 2011

Prefeitura abre 914 vagas em concurso público:


(entre eles 69 vagas para prof. subst. de educação especial e 10 - psicólogos)




http://www.ibam.org.br

II Congresso Internacional - Bilinguismo Educação para Surdos

O Congresso visa propor e discutir temas relacionados a educação de surdos que deverão impactar a prática educacional.

O evento é dirigido à educadores, pesquisadores da área de surdez, tradutores e intérpretes de LIBRAS / Língua Portuguesa, familiares de surdos, comunidade surda, bem como fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, demais profissionais e estudantes de graduação que tenham interesse em aprofundar seus conhecimentos sobre o Surdo.


http://www.ecs.org.br/site/bilinguismo/

Vaga em cruzeiros para intérprete de libras


Enviar currículo para o email curriculo@shipjobs.com.br , vagas para intérpretes de Libras em cruzeiro marítimo"- Fonte: "Expresso Popular " em 04/07/2011.
Espalhem para seus amigos !

Festival Brasileiro de Cultura Surda




Organização: Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Porto Alegre/RS - Brasil
Agora sim, veja site: http://www.culturasurda.uf​rgs.br/ 


Haverá mídia-cinema; Literatura; Teatro-Performance; Artes visuais-fotografia; e oficinas.

08/02/2011

REATECH 2011 !


REATECH 2011 - FEIRA INTERNACIONAL EM TECNOLOGIAS DE REABILITAÇÃO, INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE.  Vale a visita !!!!

14 a 17 de Abril de 2011
Quinta e Sexta das 13hs às 21hs.
Sábado e Domingo das 10hs às 19hs.
Visitação Gratuita 

Local
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 - São Paulo - SP 
Transporte Gratuito
Estação do Metrô Jabaquara
Saída das Vans na Rua Nelson Fernandes, 400 

01/02/2011

Falar Com as Mãos

Cinthia Rodrigues (novaescola@atleitor.com.br)

O VALOR DA FALA NAS AULAS COM SURDOS

A inclusão de crianças com deficiência auditiva sempre foi polêmica, mas recentemente ganhou um novo rumo em nosso país. De acordo com a política do governo federal, elas não devem mais ficar segregados nas escolas especiais e precisam estudar desde cedo em unidades comuns, com um intérprete que traduza todas as aulas para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e o contraturno preenchido por atividades específicas para surdos. Problema resolvido? Nem de longe. Enquanto entidades do setor ainda denunciam a falta de estrutura para a implementação das regras, os docentes já começam a receber parte dessa nova clientela e estão criando formas próprias de trabalho - muitas com sucesso.

Não é uma tarefa fácil nem existe uma fórmula conceitualmente correta para lidar com a situação. Cada caso é um caso. A professora de Geografia Marilda Dutra, da EE Nossa Senhora da Conceição, em São José, na Grande Florianópolis, por exemplo, aprendeu uma lição curiosa logo nos primeiros dias de trabalho. Para ensinar quem não ouve, ela tem de falar mais. A maior mudança foi deixar o giz em segundo plano. Cada tipo de relevo, clima e vegetação precisava de fotografias, desenhos, gravuras e muitos exemplos verbais. Em vez de simples mapas, o mundo passou a ser representado em bolas de isopor para facilitar a compreensão dos meridianos.

Maria Inês Vieira, coordenadora do Programa de Acessibilidade da Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios da Comunicação da Derdic-PUC, explica o motivo da necessidade de rever o uso do quadro-negro. "Mesmo que o surdo já saiba ler e escrever em português, ele demorará mais para entender orientações por escrito", diz. A especialista ensina que o ouvinte entende a sequência de palavras escritas porque tem uma cultura prévia oral. Já quem não ouve está sendo apresentado ao português como um todo e não conhece a organização da língua. "Os conjuntos de palavras podem não fazer sentido na maneira como ele aprendeu a pensar. É como traduzir apenas as palavras de um texto em alemão ou chinês. Não é o suficiente para a compreensão do todo", diz.

Em Florianópolis, a professora de Matemática Silvana Maria Soster teve outra reação no início do ano passado, quando foi informada pela direção da EM Luiz Cândido da Luz que uma de suas classes da 2ª fase do ciclo 2 (equivalente ao 5º ano) teria quatro alunos surdos. "Tomei um susto. Nunca tinha passado por isso e pensei: será que posso?", conta. Para Roseli Baumel, USP, esse tipo de dúvida é natural. "Temos de ser honestos e admitir que não estamos prontos", orienta a especialista.

No entanto, mesmo com materiais diferenciados e maior número de explicações orais, um cuidado essencial deve ser tomado para garantir um trabalho de sucesso. O educador precisa se policiar para não fazer duas versões da aula - uma para os alunos que escutam e outra para os deficientes auditivos. Como explica Ronice Muller, (UFSC), a base da inclusão é a integração total entre os alunos. "A escola deve se tornar bilíngue. Os colegas têm de aprender Libras, afinal, no futuro, eles vão falar com os surdos inclusos na sociedade", afirma.


A fase adiantada em que se encontra a inclusão na cidade baiana mostra que boas iniciativas podem prosperar mesmo fora das grandes capitais. Muito desse sucesso se deve a 20 anos de dedicação de uma professora. Nos anos 1980, Edma Olivera dos Santos dava aula para o Ensino Fundamental em uma escola rural multisseriada, quando recebeu um aluno surdo. "Na época, a orientação era falar devagar e esperar que eles aprendessem a leitura labial. Percebi que não ia funcionar e comecei a sinalizar, eles sinalizaram de volta e assim foi", lembra.


Mesmo com experiências pioneiras em desenvolvimento no Brasil, especialistas, autoridades e docentes reconhecem que ainda há dificuldades e falhas. Faltam experiência e, na maior parte do país, material adequado, salas de apoio e intérpretes. A maioria dos surdos só aprende Libras quando vai para escola e, até que se tornem fluentes no idioma, não entendem os intérpretes e podem perder o interesse. A recomendação de Edma a qualquer colega que receber um aluno surdo é que enfrente o desafio. "Para eles, a escola é ainda mais importante. Quando um deficiente auditivo aprende a escrever, vai ao médico sozinho e bota no papel: eu estou com dor de cabeça. O professor tem em mãos a grande chance de dar autonomia a uma pessoa."





05/01/2011

11º Encontro de Férias SBS

Palestra 27/01 Língua de Sinais, Bilinguismo e Inclusão, no Centro Cultural de São Paulo.


http://www.sbs.com.br/encontrodeferias/

Feliz 2011 !!!



Espero que em 2011 a educação receba o valor que merece !!!


Que os professores e intérpretes de Libras sejam respeitados, pois são a base de uma sociedade inclusiva. Embora o direito à educação bilíngue para a comunidade surda esteja garantido em lei, ainda faltam muitas escolas, prefeituras, órgãos públicos, políticas e profissionais competentes a lutar pela educação bilíngue. E não escolas regulares, nas quais suas necessidades não sejam contempladas, mas sim escolas bilíngues, onde sua língua materna – a língua de sinais – e sua segunda língua, o português, sejam contempladas, para seu melhor desenvolvimento e aprendizagem.


Esperamos que tudo isso se concretize e que muitas outras oportunidades, palestras, congressos, seminários oconteçam contribuindo para uma educação bilíngue de qualidade !



abraços a todos !